sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Flos mortis


Feche os olhos meu amor e sinta!
É o perfume que guarda ainda
               esta flor
               tão pálida.
De sol tão cheia,
de sol tão cálida
Feita de espinhos e mistério
é a flor da desventura
que colhi para ti na sepultura 
                de um velho
                cemitério

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2 comentários:

J. Ríos disse...

Uma flor que guarda a mesma histórias da maioria dos amores. Lindo poema!

Abraço

anjoclandestino.blogspot.com

Davi Machado disse...

Gosto de poemas assim.
Esse lado sombrio-romântico é um lado que você aproveita bem, quanto a estrutura é irrelevante. Talvez pela simplicidade tenha me agradado tanto...

Muito bom!

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